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    Mostrando postagens com marcador Tema XI - Sala de Espera. Mostrar todas as postagens
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  1. Angustiante espera

    04/09/2008

    Ali naquela sala a ansiedade pairava no ambiente. A apreensão, o medo, a agonia também estavam lá.
    Era perceptível a expectativa gerada nos rostos ante o que estava por ancontecer. Alegrias anunciadas e frustrações escondidas.
    O convencimento de ser a melhor escolha acalentava corações aflitos.
    A sala os envolvia em uma aura de mistério, segredo não revelado. Esperavam apenas.
    Na parede branca, um relógio anunciava o passar das horas.
    Quanto tempo duraria aquela angústia?
    Os olhares se cruzavam na vã tentativa de desvendar o que estava por detrás de cada intenção guardada naquelas mentes inquietas.
    O jogo da eliminação havia começado na sombria sala de espera. Dentre os presentes, ninguém admitia a possibilidade do fracasso.
    Muitos já haviam passado por ali e não tiveram a sorte de ouvir as tão sonhadas palavras: você foi escolhido (a), terá a Sua grande chance.
    De repente, a porta branca que dava para um imenso corredor infinito se abre.
    Todos voltam o olhar para lá.
    Nesse exato momento Ela aparece e profere a sentença:
    Aqui nessa sala, ele foi o escolhido. Escolhido: tempo passado.
    Todos, então, se olham apavorados por saberem o significado dessas palavras.
    Nesse instante, ouvem-se gritos de desespero e agonia. A espera acabara. A sala voltara a ficar vazia.


    Por Rê Lima

  2. por Medéia

    Ele entra na sala e a vê sentada ali. Pernas cruzadas, sapatos baixos de cor clara, legging preta e bata branca. O olhar dela se desvia da parede e vê quando ele chega. Calça cáqui e sandálias com blusa de algodão cru.
    - Olá – ele diz.
    - Olá – ela responde por educação, demonstrando não querer conversar.
    O silêncio reina entre os dois.
    A sala é de cor clara, enfeitada por copos de leite amarelos e pinturas marítimas. O sofá em L verde musgo, onde cada um se senta num canto.
    Uma música ambiente se ouve. Calma e tranqüila como uma canção de ninar.
    Além da porta por onde ele entrou há outra porta na sala.
    - Você faz idéia do que há atrás daquela porta? – pergunta ele, tentando uma conversa novamente.
    - Não – responde ela – Só me pediram para esperar aqui.
    - E alguém já veio te orientar?
    - Não, cheguei um pouco antes de você e até agora ninguém apareceu.
    Novo silêncio na sala. A música ambiente parece ter aumentado ligeiramente.
    Ela cruza e descruza as pernas demonstrando nervosismo. Ele esfrega uma mão na outra tentando se manter calado.
    Ela descruza as pernas e se inclina em direção a ele perguntando:
    - Por que você acha que estamos aqui?
    - Não sei, imagino que queiram algo de nós.
    - Eu não conheço você de algum lugar?
    - Talvez, seu rosto é bastante familiar para mim.
    Novo silêncio entre eles. O som diminui e eles ouvem uma voz feminina falando com eles. Palavras gentis e amorosas, algumas vezes canções, em outras apenas palavras de encorajamento. Algumas vezes se ouve uma voz masculina, porém mais baixa e mais constrangida ao falar.
    Os dois se olham estranhando, mas permanecem em silêncio ouvindo.
    - Quanto tempo será que ficaremos aqui? – ela pergunta curiosa e inquieta.
    - Não sei, mas sinto que não muito mais. Alguém nos virá buscar logo. – ele tenta encoraja-la, mas sem muita convicção.
    Depois de um longo silêncio os dois ouvem a mulher novamente. O som que ela faz os deixa nervosos. Ela parece sofrer. Gemidos e gritos, e a voz masculina a encorajando.
    A ansiedade os faz levantar e andar pela sala. Quando se dão conta, suas mãos estão entrelaçadas e eles apenas esperam.
    A porta então se abre e uma luz surge muito brilhante e forte.
    Os dois, de mãos dadas ainda, são impulsionados juntos para a porta. Um ar frio os faz tremerem juntos e o medo do desconhecido aumenta. Mesmo assim, eles seguem em direção à luz que os cega e não lhes permite ver nada. Sem perceber os dois gritam enquanto seguem sua travessia.
    A vida dos gêmeos de Ana Paula e Marcos começa então naquele dia 04 de setembro de 2008, dia do seu nascimento.

  3. Regras do Sucesso

    02/09/2008

    Por: Cris Costa


    Sarah, trabalhava como secretária desde seus dezessete anos. Finalmente tinha alcançado as estrelas: estava trabalhando para o cirurgião plástico mais famoso da região, trabalhava para o Dr. Alfonso. Este nome significava sala de espera lotada, espera de mais de seis meses para a primeira consulta. No consultório, Sarah tinha contato com pessoas de todas as classes sociais, desde aquelas riquíssimas até aquelas que vendiam o almoço para comprar o jantar, e, no caso, para serem pacientes do Dr. Alfonso com certeza deveriam ter vendido no mínimo os almoços e jantares dos últimos três anos. Conheceu pessoas finas por natureza e as mais desagradáveis que sequer um dia imaginou que existissem.

    Dr. Alfonso Gamão, era jovem, porém, muito, muito rico (isto não significa que ele pagasse salário acima ao de mercado para sua secretária); era bonito (compensação pelas longas horas de trabalho para Sarah, um “colírio para os olhos”); era poderoso (vivia nas capas de revistas e programas de TV). Todas as secretárias do prédio sonhavam em trabalhar para o Dr. Alfonso, pois achavam que ele era o mais perfeito ser da face da Terra, ou seja, nunca dava broncas em Sarah e elas não acreditavam quando Sarah dizia alguma “calúnia” a respeito do cobiçadíssimo médico, porque pessoas perfeitas como ele não espirram, não vão ao banheiro, não arrotam...

    Ele era tão bonito, mas tão bonito que nem parecia real. Alfonso poderia se descrito como uma mistura de Matthew Farrell, Ramon Galverra, Zach Benedict, Jason Fielding, Irmãos Westmoreland e Ian Thornton (quem já leu Judith McNaught, entende o que isto significa).

    Mas como nem tudo é perfeito, Alfonso era casado com Vitória, uma super ex-modelo com longos e brilhantes cabelos loiros e olhos azuis, com dois metros só de pernas, que abandonou a carreira para assumir o posto de mulher de famoso e rico cirurgião.

    Denise, era uma nova paciente. Morena, 115 cm de quadril, resumindo no mínimo dez quilos acima do peso. Sarah desenvolveu um carinho especial por Denise, pois ela era sempre educada e calma, mesmo nos dias em que chegava para a consulta e tinha dez “barbies” na sua frente. Conversava muito com Sarah, pois ainda não tinha se convencido se era correto ou não fazer a cirurgia plástica, somente para agradar ao namorado.

    Passados algumas semanas, Vitória começou a ligar várias vezes ao dia para falar com Alfonso e quando este se negava a falar com ela, desatava a chorar no telefone com Sarah. Na última vez, contou para Sarah que tinha encontrado um pacote de preservativos na pasta de Alfonso e que tinha certeza de que alguma “vagabunda” estava saindo com seu marido e prometeu que ia descobrir “tuuuuuuudo”. De tanto Vitória atormentar Sarah para saber sobre as pacientes do marido, a secretária acabou confidenciando que havia uma paciente nova, muito gentil, que estava se consultando regularmente com o médico, pois estava fazendo a cirurgia somente para agradar o namorado. Mal sabia Sarah a besteira que tinha cometido.

    Numa quinta-feira ensolarada, eis que surge no consultório Vitória, elegantemente trajada, penteada e maquiada, como dizem os garotos – de parar o trânsito. Cumprimentou os pacientes com um leve aceno com a cabeça e ficou em pé parada em frente de Denise. Estranhando o comportamento da beldade loira que a encarava, Denise deixou a revista de lado e com toda a calma do mundo, perguntou:

    - Oi, posso ajudá-la???
    - Claro que pode me ajudar – disse Vitória com pouco caso.
    - O que você quer, então??? – questionou Denise, inocentemente.
    - O que eu quero sua sem vergonha??? O que eu quero é que você vá procurar um marido para você e deixe o meu em paz!!! – vociferou Vitória

    Neste momento, nem preciso lhe dizer que todos, mas todos que aguardavam na sala de espera deixaram as revistas cair sob o colo, a “barbie” que enchia um copo com água nem percebeu quando este transbordou; a mulher que fazia um delicado crochê esqueceu do ponto e sem querer passou a fazer somente "correntinha". A impressão que dava é que ninguém mais respirava. Todos ficaram boquiabertos e atentos para o que estava acontecendo. Era um show inusitado na sala de espera.

    - Me perdoe! Você está me confundindo com outra pessoa, deve ser um mal entendido. – disse Denise
    - Não, não, não!...é com você mesmo que quero falar sua “vagabunda”! – respondeu Vitória
    - Eu sinceramente não sei do que você está falando, mas “vagabunda” é a senhora sua mãe! – respondeu calmamente Denise.
    - Como ousa falar assim comigo sua petulante, baixinha e gorda!!! – Vitória falou descontrolada
    - Olha aqui sua oxigenada, anoréxica! Você é “biruta”??– exclamou Denise – Se o seu marido prefere eu a você, já entendo o porque! Deve ser porque ele quer carne como prato principal e não ficar só chupando osso!
    - Sua...Sua...Sua...ridícula, mocréia, esnobe, pecadora, sem vergonha, desqualificada, como ousa falar comigo assim...você não tem classe alguma, vou acabar com você!!! – gritou Vitória cheia de razão.

    Nesse momento Vitória voou sobre Denise e como em toda briga de mulher, se atracaram pelos cabelos. Passaram a rolar pelo chão, aos tapas, cravando unhas e dando safanões. Quando Denise tentou se levantar, Vitória a agarrou pelo sutiã e soltou, um golpe extremamente baixo. Sarah tentava infrutiferamente apartar as duas mulheres, mas a coisa estava realmente feia. As pessoas presentes na sala de espera, riam de toda cena e nada faziam para separar as duas mulheres.

    Estavam adorando o show, e alguns até começaram a fazer apostas para adivinhar qual seria a vencedora. A gritaria foi tanta, que o Dr. Alfonso deixou a consulta e se dirigiu a sala de espera.

    - Mas o que é que está acontecendo aqui? – exclamou Alfonso, desesperado ao observar que uma multidão acompanhava aquela baixaria toda, lembrava até uma rinha.
    - Acabou Alfonso! Descobri tudo seu mau caráter. Quero o divórcio e vou arrancar tudo de você! Ouviu bem, vou tirar tudo de você, tenho provas. – disse Vitória aos berros toda descabelada, arranhada e com suas finas roupas em farrapos.
    - Pelo amor de Deus!! Antes do divórcio, vem a separação... mas do que é que você está falando, Vitória??? – perguntou o médico – descobriu o que?
    - Desta sem vergonha desqualificada!!! – respondeu Vitória apontando para Denise de forma depreciativa
    - O que tem Denise!? Ela é uma paciente. Você tem noção do que acaba de fazer. Olha o seu estado Vitória, tudo isto só pode ser loucura. Não acredito que você fez isso tudo no meu consultório – exclamou Alfonso.
    - Dr. Alfonso, o senhor é casado com essa louca? – perguntou Denise – Não acredito...O senhor é um homem tão nobre e educado, como pode ter se casado com uma mulher tão baixa?? Doutor, ela chegou me acusando e atacando fisicamente. Admiro muito o Senhor, mas saiba que vou procurar meus direitos, vou processar sua mulher por toda essa humilhação.
    - E eu vou processar você Alfonso, por bigamia e você sua vagabunda, vou processar por “vagabundagem”, sua “ladrona de marido”, sem caráter! – disse Vitória sem ter a mínima idéia do que falava, começando a chorar.
    - Vitória, vamos para a minha sala, imediatamente!! – falou Alfonso, visivelmente envergonhado – Por gentileza, Denise, nos acompanhe, por favor.

    Enquanto o show se desenrolava, Sarah rapidamente ligou para o advogado do Dr. Alfonso. Depois da chegada do Dr. Paolo, Alfonso, Denise e Vitória foram para o interior do consultório e nada mais era ouvido. Lentamente a sala de espera foi se esvaziando, as consultas remarcadas, o que representava mais um fim de dia para Sarah, um dia totalmente incomum.

    Como fazia todo santo dia, Sarah esperou que todos saíssem e finalmente quando Alfonso ficou só, foi até a sala dele para entregar a correspondência e os recados antes de ir embora. Ao entrar na sala, Sarah observou que Dr. Alfonso estava com a cabeça apoiada no tampo de vidro da mesa, parecendo desolado. Foi caminhando devagar com medo de interromper seus pensamentos.

    - Dr. Alfonso, com licença, trouxe sua correspondência e recados. Se o senhor não precisar mais de mim, já vou embora. – falou Sarah, com um nó na garganta por constatar que o seu patrão estava visivelmente triste.
    - Sua “diabinha” – disse Alfonso sorrindo de lado e erguendo uma sobrancelha, com cara de malandro – Nunca imaginei que você fosse capaz de fazer isso!
    - Nunca duvide de uma mulher, querido. Eu lhe perguntei o que você desejava, o que seria uma loucura. Te alertei que desejos se realizam, mas, você duvidou... – respondeu Sarah, movimentando-se sensualmente pela sala.
    - Foi perfeito!! Ainda não acredito no que vi – falou Alfonso indo ao encontro de Sarah – Você é doida, e ao mesmo tempo incrível, garota!
    - E agora o que vai acontecer?? Fiquei com pena da Denise, eu não deveria tê-la envolvido nisso. Enfim, já está feito.
    - Sarah! Não se preocupe, Denise ficou muito feliz com o acordo que o Paolo propôs para que ela não fizesse escândalo. Vou fazer três cirurgias de graça à escolha dela e, ainda ela vai receber uma boa indenização da Vitória – Alfonso falou orgulhoso.
    - E a Vitória? – perguntou Sarah
    - Vai enfiar o rabinho entre as pernas e prometeu sair de casa ainda hoje. Vamos nos separar, outro ótimo acordo. Finalmente estou livre dela! – falou Alfonso sorrindo e estendendo a mão para Sarah.
    - Alfie, querido! Eu te disse que tinha regras para o sucesso e te avisei para nunca menosprezar o poder de ninguém, as pessoas possuem capacidades que às vezes até elas desconhecem. E agora, onde vamos comemorar??? – disse Sarah rindo e aceitando a mão que lhe era estendida - Na minha casa ou na sua??
    - Onde você quiser, bruxinha!!! Onde você quiser...

  4. Tema: Sala de Espera
    Período de votação: 05/09 até 07/09

    Por Lyani

    Bateu mais uma vez o salto fino no chão de mármore. O som agudo emitido fez com que as outras pessoas, antes atentas à TV ou lendo suas revistas, se voltassem para ela. Seu rosto ficou vermelho no mesmo instante e ela cruzou suas pernas, impaciente, tentando disfarçar. Pegou uma revista e começou a folheá-la, mas não se prendia a nenhuma notícia ou foto, mesmo porque a revista era do ano retrasado. Recolocou-a sobre o estofado verde, ao seu lado, e olhou para o relógio de pulso. Suspirou: passaram-se apenas dez minutos da hora marcada para sua consulta. Sua vida atribulada tinha lhe presenteado com uma dor de cabeça insistente que, finalmente, após duas semanas de dor incessante, obrigou-a a marcar uma consulta com o neurologista.

    A clínica escolhida era próxima de seu trabalho. Por isso o salto fino, o conjunto bem alinhado de cor escura e a pasta carregada de trabalho, agora deitada em seu colo. Balançou a perna de forma compulsiva e trocou de posição várias vezes. Procurou na bolsa algo interessante que pudesse ler, praguejando baixinho por ter deixado em casa aquele livro, mesmo sabendo que esperaria muito pela consulta. Na bolsa, a carteira, os óculos escuros novos que havia ganhado do marido, o estojo com escova de dente e creme dental, o Gloss da Natura quase no fim e uma caneta. Olhando para esta, arqueou a sobrancelha e um sorriso saudoso brincou em seus lábios. Há quanto tempo não escrevia?

    Começou a lembrar da época em que bastava um tempinho livre, dentro do ônibus, do metrô, ou até mesmo durante aquela aula monótona na faculdade, para que abrisse sua agenda-diário (que carregava sempre dentro da bolsa) e começasse a escrever seus sentimentos, suas vivências, seus momentos. Será por que havia perdido esse hábito? Teria sido o dia-a-dia? As ocupações e preocupações que cercavam seus dias de cinzas?

    Passou então a tentar se lembrar de onde teria deixado aquele diário querido: no seu antigo quarto na casa dos pais? Em uma caixa esquecida no guarda-roupa de seu novo lar? De repente sentiu-se órfã. Como se houvesse perdido um amigo muito querido e agora estivesse sozinha e cheia de coisas novas pra compartilhar. Naquele instante a sala de espera e a impaciência sumiram, as pessoas sumiram. Pegou a caneta, abriu a pasta com documentos do trabalho e, sem se importar, virou uma página e começou a rabiscar um verso, com letra maltratada, de quem há muito não usa a caneta para se expressar.

    As palavras foram fluindo naturalmente, surgidas do fundo de sua alma, com uma satisfação deliciosa que há muito não sentia...

    Não, não me esqueci de você.
    Ainda me lembro do que compartilhamos
    Você sempre vazio, sereno, quieto
    Esperando meus desabafos, gritos, lágrimas
    Se enchendo aos poucos das minhas vivências
    Se completando com elas, em silêncio absoluto
    Mas sempre confidente, sempre amigo
    Sei que há muito tempo também estou silenciosa
    Ambos vazios, aguardando-se mutuamente
    Juro que não é esquecimento
    Não é troca, nem traição
    Confesso meu desleixo, tenho muito o que contar
    Mas não sei mais como
    Acho que perdi o jeito, fiquei sem jeito
    Tímida te olhando
    Observando suas cores unidas em um único tom
    Branco, vazio
    Espaço esperando palavras
    Momentos, vida.
    Eu volto, um dia eu volto

    “Lívia Marcondes”, ouviu seu nome como se a voz viesse de muito longe e olhou um pouco assustada para o médico que a esperava na porta do consultório. Será que ele havia lhe chamado já outras vezes? Acenou com a cabeça arrumando as folhas dispersas no seu colo e, ainda no estofado verde, pouco antes de se levantar, terminou de escrever a última linha:


    Eu ainda te amo.

  5. Desafio XI

    21/08/2008

    O tema é: Sala de espera

    Prazo para postagem: 21/08 a 04/09

    Período de votação: 05/09 até 07/09


    Pensei, pensei e pensei e o resultado foi isso, aí. Vamos ver no que dá. ;-D

    Tenham bons textos!!!