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  1. Ramalhete

    01/04/2009

    Por Giovanni Nobile

    No limite
    Deste amor
    Nas extremidades
    Desta dor
    Dei-te flor
    Por amizade
    Sem pensar mais na saudade
    Que deixara para trás
    Quis, sim, a felicidade
    Novos amores
    Novas flores
    Outras dores
    Que deste, já não sofro mais
    Dei-te flores, hoje,
    Meu bem,
    Para este amor que jaz
    Ramalhete, amor,
    Nada mais são que flores
    Harmoniosamente dispostas
    E, se hoje viraste, para mim, as costas
    Nada mais sou que dores
    Sintetizo-me nestas flores
    Que deixo para trás,
    Meu bem,
    Para este amor que jaz...

  2. 9 comentários:

    1. Medéia disse...

      Muito bom!
      Parabéns...

    2. Lili disse...

      Nossa que lindo. Parabéns, amei!!

    3. gostei do ritmo, especialmente. a rima em um ponto ou outro acho q passou um pouquinho do necessário, mas a cadência tá bacana.

    4. Elisandra disse...

      Triste mas belo....adorei...Parabéns....ele tem sentimento....beijokas elis

    5. Cris Costa disse...

      Giovanni,
      Que belo retorno...
      Você fez ótimo uso do tema, apresentando um poema.
      Parabéns!!

    6. Vivi disse...

      Giovanni, boa apresentação do sensível em combustão, em dor, em resignação. Bela imagem. Poema é sua praia mas, quero vê-lo proseando mais pois, gosto muito quando trabalha nesse gênero. ;)

    7. Maria disse...

      Menino, que romântico!
      Lindo o seu ramalhete de flores ofertado.

    8. lyani disse...

      Assim como o Rodrigo, achei a cadência do teu poema ótimo. Parabéns :)

    9. disse...

      Dor, amor...rima com flor.
      Amores vão, amores vem.
      Gostei do jogo de palavras...
      Parabéns, garoto!!
      Abs, RÊ